greve atrasa volta as aulas em escolas publicas

Uma greve de funcionários e professores uruguaios que exigem melhores condições de trabalho atrasou nesta segunda-feira a volta às aulas do Ensino Fundamental público em Montevidéu. Apoiados por professores, os funcionários administrativos dessas instituições pedem a incorporação de um maior número de pessoas não relacionadas ao ensino nas equipes dos centros de ensino. As informações são da agência Ansa.
Além disso, eles reclamam da forma como são renovados seus contratos de trabalho, o que afeta o pagamento de seus salários. A conselheira em assuntos referentes ao Ensino Fundamental do governo, Nora Castro, declarou recentemente ao jornal uruguaio El País que o Conselho de Educação Fundamental "respeita totalmente as decisões do movimento sindical e sua independência".
Quando questionada pelo periódico a respeito das consequências "acadêmicas" e de "planejamento" que uma possível greve na capital pudesse acarretar, ela disse que "o Conselho verificará o que afeta ou não (o ensino)", mas que este é um evento totalmente "corrigível".
Nas instituições privadas e nas escolas públicas do interior do país, as atividades foram retomadas normalmente. Dessa forma, calcula-se que cerca de 34 % dos alunos matriculados nesta faixa escolar perderam seu primeiro dia de aula.

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